SebastiánVielmas

Queque de Chocolate liviano

INGREDIENTES:

– 2 ½ tazas de harina. (*Puede ser una combinación de harina blanca, harina integral, harina de arroz y/o maicena, siempre con una 1 taza de harina blanca como mínimo. Mi sugerencia es 1 taza de harina blanca, ¾ taza de maicena, ½ taza de harina integral y ¼ taza de harina de arroz)

– ¾ de taza de azúcar light (es decir, mitad azúcar y mitad sucralosa)

– 1 taza de chocolate dulce en polvo

– 3 cucharaditas de polvos de hornear

– ½ cucharadita de sal

– ½ taza de aceite vegetal

– 1 ½ taza de leche fría

– 2 huevos

– 1 cucharadita de vainilla

PREPARACIÓN:

– Precalentar el horno.

– Mezclar las harinas, el azúcar, el chocolate, los polvos de hornear y la sal. Hacer un espacio en el centro para vaciar ahí el aceite, la leche, los huevos y la esencia de vainilla. Mezclarlo todo muy bien.

– Vaciar a un molde enmantequillado o aceitado previamente.

– Cocer aproximadamente unos 30-40 minutos con fuego medio y, si se puede elegir, con distribución central del calor. (*Es difícil establecer un tiempo promedio por las diferencias entre los hornos, recomiendo luego de media hora clavar un mondadiente en el queque. Si sale seco, está listo. Si tiene restos húmedos del queque, está crudo y necesita más tiempo).

– Dejar 5 minutos sobre la cocina reposando el queque antes de desmoldar.

– Comer y ser feliz.

Testemunhos da Primavera Árabe

Diálogos promovidos em São Paulo também tiveram como temas o movimento dos Indignados, o Occupy e os protestos recentes dos estudantes chilenos

Terezinha Vicente
da Ciranda

Depois de 2011 muitas coisas aconteceram em Marrocos, na Jordânia, Palestina, Egito, Síria, Tunísia. “Nossa missão é reproduzir as informações… há muitas mudanças na região”, disse Hamouda Soubhi, do Marrocos e membro do Comitê Local do FSM2013, na primeira sessão dos Diálogos promovidos pelo Grupo de Apoio e Reflexão ao Processo do Fórum Social Mundial (GRAP). A mesa desta última terça-feira, 29 de janeiro, foi sobre a primavera árabe. A de quarta, 30, foi sobre o movimento dos indignados, o Occupy e os protestos recentes dos estudantes chilenos.

A tônica dada pelos participantes da mesa foi a de que a luta de seus povos vem de muito tempo, vários ativistas que lideraram os protestos são militantes há décadas, essas revoluções não surgiram de repente, organizadas pela internet, como os meios de comunicação tentam passar.

Para Messaoud Romdhani, do Fórum Tunisiano de Direitos Humanos, não é estranho que o movimento na região tenha começado em seu país. “A Tunísia tem tradição de ser moderna”, conta Messaoud e cita como exemplo que “já no século XIX foi o primeiro país árabe a proibir a poligamia, dando status para as mulheres”. Desde os anos de 1980 e 1990, os movimentos começaram a ligar a luta por direitos civis à luta por direitos econômicos, com a união dos sindicatos aos movimentos de mulheres e de luta por direitos humanos.

A participação ativa das mulheres tem sido destaque em toda a Primavera Árabe, sobretudo porque a cultura ali e a religião islâmica restringem muito os seus direitos.

Halima Juini, da organização de mulheres da Tunísia, contou-nos sobre as lutas das trabalhadoras têxteis que ocuparam fábricas para evitar seu fechamento e disse que a participação das mulheres deu nova forma à luta. No início da revolução a união do movimento feminista com o movimento estudantil foi fundamental, diz Halima.

A luta deu também às mulheres a coragem de denunciar as violências específicas que as atingem, “muitas vezes tratadas como prostitutas, julgadas moralmente por um conservadorismo que humilha as mulheres”. Foi uma evolução no processo o reconhecimento dos direitos das mulheres como parte dos direitos humanos fundamentais.

Partidos colonizados

A fraqueza dos partidos locais e a interferência dos EUA e aliados são outras características citadas pelos depoentes, que repudiam a mistura de religião com a política, utilizada para a opressão dos seus povos e lutam por uma democracia laica.

“Ganhar a eleição é mais difícil do que fazer a revolução, a sociedade é resistente”, pondera Messaoud. O ativista critica o atual governo da Tunísia que “não tem prioridade social porque se baseia numa religião que quer retroceder o país à Idade Média”.

Na Síria, a revolução apresenta-se ainda mais confusa para o mundo pelas posições aparentemente progressistas do ditador Bashar al-Assad, que sustenta um regime há 48 anos no poder.

“O governo colocou nossa população à mercê dos EUA”, segundo Sara Ajkyakin, ativista exilada no Líbano há dez meses e há três visitando o Brasil para divulgar sua causa. “Derrubar o ditador e seu aparato militar tornou-se objetivo de todos.” Sara diz ainda que a base social da revolução síria é composta por ativistas que apoiam as mulheres, as crianças, os estudantes. A burguesia teria menosprezado os manifestantes, inicialmente, dizendo que aquelas pessoas nada representavam.

“Queremos internacionalizar a revolução desde o primeiro dia. Nada esperamos dos PCs que estão com Assad, dizem-no socialista por ser pró-palestino. Digam-me, que socialista mata mais de 60 mil pessoas do seu país?”, pergunta indignada a jovem representante da Síria.

Ela conta ainda que 90% da economia síria é privada e que, destes, 70% das empresas estão nas mãos da família de Assad. “A luta é contra o imperialismo dos EUA e da Rússia; mas os americanos são mais inteligentes, sustentam grupos moderados islâmicos que concordam em submeter-se aos interesses dos Estados Unidos.”

Sara protagonizou a polêmica da noite, levantada por um militante na plenária ao defender o governo da Síria com o discurso dos partidos comunistas. “Você tem o direito a ter sua opinião, mas não tem direito aos fatos. Assad contribuiu para o massacre dos palestinos em 67, por que não se fala nisso?”, indignou-se. Segundo Sara, “na Síria não teria começado uma revolução sem as revoluções na Tunísia e nos outros países árabes”.

Para o representante palestino na mesa, Yousef K. Y. Habache, a independência da Palestina só virá junto com a independência dos outros países árabes. Há mais de 65 anos os palestinos lutam pela autodeterminação do seu povo e pelo direito de retorno de seus milhares e milhares de refugiados no mundo todo.

Ele mesmo um exilado da Palestina, “não conheço meu filho de 4 meses ainda”, Yousef falou dos 75 mil prisioneiros palestinos em sua própria terra, ocupada pelos sionistas israelenses que “tomaram toda a terra arável e não vão parar por aí” e da greve de fome em que se encontram diversos presos no momento.

O ativista considera a “cadeira conquistada na ONU como importante, mas etérea” e denunciou a dupla posição levada pelo Brasil . “Apoiou o direito ao Estado da Palestina na ONU, mas tem economia militar forte que apoia Israel.” É sabido que o Brasil é um dos bons compradores da avançada tecnologia bélica desenvolvida no Estado de Israel.

Comunicação e Fórum Social Mundial: visibilidade

Desigualdade, injustiça, pobreza, desemprego, precariedade da vida, enfim, são condições comuns à maioria dos povos árabes (assim como aos latino-americanos e africanos) e verdadeiros motivos das revoltas populares.

O controle da comunicação pelos opressores é outro traço comum. Sara diz que é responsabilidade nossa buscar acesso às informações que não vêm pelas vias normais e dá um exemplo. Segundo ela, os dois principais jornais da Síria têm por nomes um deles o nome do partido no poder e, o outro, o mês em que esse mesmo partido tomou o poder na Síria. “Depois das revoluções”, falou Hamouda, “os jornais passaram a falar no ‘despertar do mundo árabe’, como se os nossos povos estivessem dormindo!”, ironiza. Realmente, é muito preconceito e presunção de superioridade ocidental.

Ben Amor Romdhane, membro do comitê do FSM na Tunísia, também falou que a revolução não foi feita na internet, mas que ela propiciou um avanço no direito à comunicação. “A revolução foi fruto da coalizão dos movimentos de mulheres, estudantil, sindical e outros misturados aos blogueiros que quebravam códigos sociais criticando o governo na internet, alguns tendo pago alto preço por isso.”

Chegou um momento na Tunísia em que o policiamento na internet filtrava e censurava informações, vários sites foram fechados, deixando o país sem informações do mundo e nem para o mundo. “Nos primeiros dias da revolução tivemos os blogueiros unidos, criando seus canais de comunicação, usando os celulares para enviar fotos do que acontecia”, disse o ativista. “Os blogueiros conquistaram o direito à informação, mostraram que ela não pode ser propriedade de poucos.”

“Há contradições em nossas revoluções”, confirma Sara ao responder questionamentos da plenária, “mas só participando delas, e em conjunto com a classe trabalhadora de todo o mundo, vamos atacar o imperialismo não só com palavras”. Sara ainda questionou o internacionalismo e o socialismo de Hugo Chávez, “que enviou diesel para bombardear nossas vilas”.

Ainda que o povo árabe se una por justiça, liberdade e dignidade, “a força do dinheiro vindo do Catar, Arábia Saudita e EUA leva o apoio aos reacionários”, falou Halima. “Eles dizem querer um Islã moderado, mas o dinheiro e o petróleo são suas principais causas.”

Por tudo isso, a nova edição do Fórum Social Mundial acontecendo naquele lado do mundo é muito importante para a continuidade dos processos de transformação social e para a visibilidade internacional da luta dos povos árabes.

“O FSM, com a ideia de misturar as lutas por todos os direitos, foi inspirador para a Tunísia”, diz Messaoud. “O FSM chamará a atenção do mundo para a Tunísia, mostrando um governo islâmico que quer voltar para a Idade Média. Pobreza, desigualdade, desemprego são problemas que estão no mundo todo.”

Essa é a ideia original do FSM: proporcionar o contato e a troca de experiências entre os que almejam um outro mundo melhor, fortalecendo a luta global. “A causa palestina é uma causa humana”, falou ainda Yousef Habache. “Queremos solidariedade, mas queremos ser solidários com os outros povos, globalizar a luta e os direitos humanos.” Essa é outra característica comum nos depoimentos sobre a Primavera Árabe: a certeza de que a luta continua. “Os movimentos sociais não param de crescer e se manifestar diariamente”, disse Ben Amor. “Acredito que a revolução não terminará enquanto não se conquiste equidade e igualdade social.” Tomara.

Diálogos: Testemunhos da Primavera Árabe
Convidados:
– Ben Amor Romdhane, Tunísia
– Halima Juini, Tunísia
– Hamouda Soubhi, Marrocos, membro do Comitê Local do FSM2013
– Yousef K. Y. Habache, Palestina
– Messaoud Romdhani, Tunísia
– Sara Ajkyakin, Ativista Síria

Diálogos: Testemunhos dos Occupies, Indignad@s e estudantes chilenos
Convidados:
– Carminda Mac Lorin, canadense, Via22 e Occupy Montreal.
– Isham Christie, ativista estadunidense, ativo nos Occupy.
– Justin Wedes, ativista estadunidense, membro da equipe de mídia do Occupy Wall Street.
– Monica Lopez, jornalista espanhola. Participou dos Indignad@s e do Occupy Wall Street.
– Jorge Sanches, espanhol, indignad@s
– Sebastian Vielmas, líder estudantil chileno

Artigo original publicado no Brasil de Fato 01 de Fevereiro de 2013: https://www.brasildefato.com.br/node/11803/

Elecciones FEUC: Estrecho margen separa a Solidaridad y NAU en segunda vuelta

Unas elecciones muy reñidas se están viviendo en la Universidad Católica. Hasta el momento, la lista conservadora Solidaridad aventaja por un punto porcentual a Nueva Acción Universitaria (NAU), movimiento que ha liderado la federación en estos años bajo la dirigencia de Noam Titelman y Giorgio Jackson en los dos últimos periodos. Se espera que los resultados estén disponibles esta noche.

A Message from Chile: “The struggles of Quebec students, academics and workers are also our struggles”

NOUS SOMMES TOUS DES QUÉBÉCOIS! WE ARE ALL QUEBECERS! ¡TODOS SOMOS QUEBEQUENSES!

The following is a Declaration of Chilean academics and student leaders in solidarity with the Quebec student movement, written in French, English, and Spanish. Published originally on June 2, 2012 at: https://andrewgavinmarshall.com/2012/06/02/a-message-from-chile-the-struggles-of-quebec-students-academics-and-workers-are-also-our-struggles/

French Version

Les soussignés, lesquels sont des professeurs et des dirigeants étudiants chiliens, dénoncent devant l’opinion publique nationale et internationale la persécution envers le mouvement étudiant qui a lieu au Québec, au Canada, laquelle trouve son expression dans la Loi 78, adoptée le jeudi 19 mai par le gouvernement du premier ministre Jean Charest.

La Loi 78, surnommée la « loi matraque », est la plus dure à avoir été adoptée depuis la Loi des mesures de guerre d’octobre 1970; elle a été dénoncé par le président du Barreau de la province, ainsi que par Amnistie Internationale, la Ligue des droits de l’Homme, les quatre principales centrales syndicales et diverses institutions académiques. Elle limite les libertés fondamentales des citoyens du Québec et restreint certains aspects fondamentaux de la liberté d’expression, de la liberté de manifester et de la liberté d’association inscrites dans la Constitution et la Charte québécoise des droits et libertés.

Cette loi ne concerne pas seulement les étudiants en grève depuis quinze semaines contre la hausse des frais de scolarité, mais aussi tous les citoyens, en particulier les enseignants, les professeurs et les travailleurs, dont les droits d’expression et d’association sont touchés. Parmi ces mesures, nous dénonçons : celles qui empêchent les manifestations spontanées de tout groupe de plus de cinquante personnes; l’interdiction de manifester à moins de cinquante mètres des écoles; le renforcement du pouvoir des forces policières qui leur permet de décider si une manifestation est légale ou illégale, à tout moment, ou si quelqu’un en est l’instigateur. De même, toute expression publique de soutien aux manifestations se voit également punie.

Maintenant, par exemple, nul ne peut, au Québec, lors d’un conflit, empêcher des étudiants d’entrer dans les collèges et les universités, sous peine d’amendes individuelles et d’amendes pour l’association étudiante dont est membre cette personne, ainsi que pour les dirigeants syndicaux et étudiants. Ces sanctions varient de 1 000 à 125 000 dollars.

Les directions des associations étudiantes ont annoncé qu’elles iraient en appel de cette loi qu’elles jugent inconstitutionnelle et elles ont appelé à la solidarité de tous les citoyens.

Le peuple québécois a appuyé le peuple chilien pendant bon nombre d’années par sa solidarité active, et c’est pourquoi, aujourd’hui, nous ressentons le besoin d’exprimer et de manifester toute notre solidarité avec les organisations étudiantes et leurs dirigeants, ainsi qu’avec les centrales syndicales et l’ensemble du mouvement citoyen.

Nous le faisons par solidarité, mais aussi parce que nous percevons que toute attaque contre la liberté, et ce, peu importe l’endroit dans le monde où celle-ci se produit, constitue une attaque contre nos libertés. La « loi Hinzpeter » adoptée par le gouvernement chilien s’inscrit dans la même perspective répressive et antidémocratique.

La lutte des étudiants, des professeurs et des travailleurs du Québec est aussi notre lutte.

Le 24 mai 2012, Santiago de Chile

Premiers signataires :

1.     Sergio Grez Toso, historien, professeur à l’Université du Chili.

2.     María Eugenia Domínguez, journaliste, professeur à l’Université du Chili.

3.     Gabriel Boric, président de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

4.     Camila Vallejo Dowling, vice-président de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

5.     Felipe Ramírez, secrétaire général de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

6.     Andrés Fielbaum, secrétaire aux communications de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

7.     Pablo Soto Arrate, directeur exécutif du centre d’études de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

8.     Rodrigo Cárdenas Cabezas, secrétaire général de la Fédération étudiante de l’Université de Magallanes, à Punta Arenas.

9.     Sebastián Aylwin Correa, vice-président du centre étudiant de l’École de droit de l’Université du Chili.

10.  Francisco Figueroa, ancien vice-président de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH) pour 2011.

11.  Loreto Fernández, ancien président du centre étudiant de la Faculté des sciences sociales de l’Université du Chili (2011) et actuel délégué à la protection de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

12.  Conseil des étudiants en santé de l’Université du Chili.

13.  Eloísa González Domínguez, porte-parole de l’Assemblée étudiantes du lycée Manuel de Salas, porte-parole de l’Assemblée de coordination des étudiants secondaires de Santiago (ACES).

14.  Gabriel González, président du centre des élèves de l’Institut national (CAIN) 2012, Santiago.

15.  Álvaro Fernández, président du gouvernement étudiant du Lycée professionnel (GELA) pour 2011-2012, à Santiago.

16.  Matías Cárdenas, ancien porte-parole pour 2011 du Lycée professionnel, et actuel secrétaire exécutif du gouvernement étudiant du Lycée professionnel (GELA) pour 2011-2012, à Santiago.

17.  Tamara Castro, présidente du centre étudiant du Lycée Carvajal de Prat, à Providencia, à Santiago.

18.  Diego Bautista Cubillos Polo, secrétaire exécutif du centre des éleves Internado Nacional Barros Arana, à Santiago.

19.  Jorge Silva, président du centre des élèves de Liceo José Victorino Lastarria, à Providencia, à Santiago.

20.  Camila Hernández, présidente du centre étudiant, à Liceo Tajamar 2012, Providencia, Santiago.

21.  Moisés Paredes, ancien porte-parole du Lycée Arturo Alessandri Palma, a Providencia, à Santiago, actuel représentant des élèves expulsés et sans matricule de ce collège.

22.  Camila Fuentes, présidente du centre des élèves du Lycée 7, à Providencia (CELIS), à Santiago, pour 2012.

23.  Sebastián Vielmas, secrétaire général (2011) de la Fédération étudiante de l’Université catholique du Chili (FEUC).

24.  Pablo Oyarzún Robles, philosophe, professeur à l’Université du Chili.

25.  Eduardo Flores Retamal, président du centre étudiant de médecine vétérinaire de l’Université du Chili.

26.  Carlos Ruiz Encina, sociologue, professeur à l’Université du Chili.

27.  José Aylwin, avocat, professeur à l’Université australe du Chili, à Valdivia.

28.  Manuel Loyola, historien, professeur à l’Université de Santiago du Chili.

29.  Ariel Russel García, conseiller de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH) de la Faculté des sciences agronomiques.

30.  Diego Corvalán, conseiller de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH) et ancien secrétaire général du centre étudiant de la Faculté des sciences agronomiques.

31.  Faride Zerán, journaliste, professeur à l’Université du Chili, Prix national de journalisme.

32.  Felipe Portales Cifuentes, sociologue, professeur à l’Université du Chili.

33.  Alexis Meza Sánchez, historien, ancien dirigeant de la Fédération des étudiants de l’Université de Concepción.

34.  Carlos Ossandón Buljevic, philosophe, professeur à l’Université du Chili.

35.  Pedro Rosas Aravena, historien, directeur à l’École d’histoire et des sciences sociales de l’Université ARCIS.

36.  Jonás Chnaidemann, biologiste, professeur à l’Université du Chili et sénateur universitaire de cette même université.

37.  Marcelo Santos, communicateur social, éducateur et conseiller en communication et démocratie.

38.  Pierina Ferretti, sociologue, professeure à l’Université de Valparaíso.

39.  Luis Casado, ingénieur du CESI, à Francia, expert-conseil de la Confédération minière du Chili.

40.  Mario Matus González, historien, professeur à l’Université du Chili.

41.  Jorge Pinto Rodríguez, historien, professeur à l’Université de la Frontera, à Temuco.

42.  Ignacio Díaz Concha, secrétaire général du centre étudiant du baccalauréat à l’Université du Chili.

43.  Víctor de la Fuente, journaliste, directeur de l’édition chilienne du Monde Diplomatique.

44.  Carlos Sandoval Ambiado, historien, professeur de l’Université de Los Lagos et de l’Université Viña del Mar.

45.  Germán F. Westphal, linguiste, citoyen chilien et canadien.

46.  Isabel Cassigoli, sociologue, professeur à l’Université ARCIS.

47.  Margarita Iglesias Saldaña, historienne, professeur à l’Université du Chili.

48.  Ángela Vergara, historienne, professeur à l’Université d’État de Californie, à Los Angeles, aux États-Unis

49.  Jorge Chuaqui K., sociologue, professeur à l’Université de Valparaíso, président de l’Association nationale des usagers des services de santé mentale (ANUSSAM).

50.  Félix J. Aguirre D., sociologue et politicologue, professeur à l’Université de Valparaíso.

51.  Julio Pinto Vallejos, historien, professeur à l’Université de Santiago du Chili.

52.  Mauricio Barría Jara, dramaturge, professeur à l’Université du Chili.

53.  Darcie Doll Castillo, docteure en littérature, professeur à l’Université du Chili.

54.  Carlos Molina Bustos, médedin chirurgien et historien, professeur d’histoire à l’École de santé publique de l’Université du Chili et de l’Université Viña del Mar.

55.  Francisco de Torres, porte-parole générale de l’Assemblée des étudiants diplômés de la faculté de philosophie et des sciences sociales de l’Université du Chili..

56.  Isabel Jara, historienne, professeure à l’Université du Chili.

57.  Pedro Bravo Elizondo, docteur en littérature, professeur à l’Université d’État de Wichita, au Kansas, au États-Unis.

58.  José del Pozo, historien, professeur à l’Université du Québec à Montréal, au Canada.

59.  Marco Rodríguez W., sociologue, professeur à l’Université de Valparaíso.

60.  Igor Goicovic Donoso, historien, professeur à l’Université de Santiago du Chili.

61.  Gabriel Muñoz, coordonnateur de l’Assemblée des étudiants d’histoire de l’Université du Chili.

62.  Bárbara Brito, conseillère de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH), faculté de philosophie et des sciences sociales.

63.  Benjamín Infante, conseiller de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH), faculté de philosophie et des sciences sociales.

64.  Manuel Jesús Hidalgo Valdivia, économiste.

65.  Juan Carlos Gómez Leyton, politicologue, professeur à l’Université ARCIS.

66.  Iván Ljubetic Vargas, historien, ancien professeur à l’Université du Chili, campus de Temuco.

67.  Rodrigo Contreras Molina, anthropologue, professeur à l’Université de la Frontera, à Temuco.

68.  Marcelo Garrido Pereira, géographe, chef du cours de géographie de l’Université académique d’humanisme chrétien.

69.  Javier Sandoval Ojeda, ancien président de la Fédération étudiante de l’Université de Concepción, pour 1996-1997.

70.  Mario Valdés Vera, historien, professeur de l’Université de Concepción.

71.  Pablo Aravena Núñez, professeur à l’Université de Valparaíso.

72.  César Cerda Albarracín, historien, professeur à l’Université métropolitaine de technologie.

73.  Paz López, coordinatrice académique en chef des études culturelles à l’Université ARCIS.

74.  María Soledad Jiménez, historienne, professeure à l’Université académique d’humanisme chrétien.

75.  Mario Garcés Durán, historien, professeur à l’Université de Santiago du Chili, directeur de ECO Comunicaciones.

76.  Rodrigo Zúñiga Contreras, philosophe, professeur à l’Université du Chili.

77.  Sergio Rojas Contreras, philosophe, professeur à l’Université du Chili.

78.  Carmen Gloria Bravo Quezada, historienne, professeure à l’Université de Santiago du Chili.

79.  Miguel Valderrama, historien, professeur à l’Université ARCIS.

80.  Kevin Villegas, sociologue, professeur à l’Université Pedro de Valdivia, campus de Chillán.

81.  Alonso Serradell Díaz, maître en citoyenneté et droits de l’Homme : éthique et politique, Université de Barcelone.

82.  Catherine Valenzuela Marchant, enseignante, étudiante au doctorat en histoire, Université du Chili.

83.  Viviana Bravo Vargas, historienne, doctorante en études latinoaméricaines à l’Université nationale autonome du Mexique (UNAM).

84.  Enrique Fernández Darraz, sociologue et historien.

85.  Florencia Velasco, baccalauréat en littérature et étudiant à la maîtrise en littérature de l’Université du Chili, responsable de la rédaction de Lom Ediciones.

86.  Blaise Pantel, membre du corps professoral du département de sociologie et de science politique, Université catholique de Temuco.

87.  Sebastián Ríos Labbé, avocat, professeur à l’Université du Chili.

88.  Oscar Zapata Cabello, délégué étudiant du cours de chimie, faculté des sciences de l’Université du Chili.

89.  Evelin Ledesma Cruz, bénévole et militante pour le Comité pour les droits humains en Amérique Latine (CDHAL), Montréal, Québec, Canada.

90.  Laureano Checa, Institut universitaire de la communication et de l’image (ICEI) à l’Université du Chili.

91.  Lorena Antezana Barrios, professeure à l’Institut universitaire de la communication et de l’image (ICEI) à l’Université du Chili.

92.  Milton Godoy Orellana, historien, professeur à l’Université académique d’humanisme chrétien.

93.  José Miguel Labrín, professeur de l’Institut universitaire de la communication et de l’image (ICEI) à l’Université du Chili.

94.  Ximena Poo Figueroa, professeure à l’Institut universitaire de la communication et de l’image (ICEI) à l’Université du Chili.

95.  José Alberto de la Fuente, docteur en littérature, professeur à l’Université catholique Cardinal Raúl Silva Henríquez.

96.  Jorge Gonzalorena Döll, sociologue, professeur à l’Université de Valparaíso.

97.  Sandra Oyarzo Torres, sage-femme, professeure à l’Université du Chili.

98.  Luis Castro, historien, professeur à l’Université de Valparaíso.

99.  Patricio Troncoso Ovando, ingénieur de production, ancien président de la Fédération des étudiants de l’Université technique Federico Santa María (FEUTFSM), campus de Talcahuano, de 2001 à 2003.

100.  Gonzalo Ojeda Urzúa, sociologue, professeur à l’Université de Valparaíso.

101.  Valentina Saavedra, ancienne présidente du Centre des étudiants d’architecture et actuelle conseillère de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH), faculté d’architecture et d’urbanisme.

102.  Cristián Pozo, sociologue.

103.  Francisco Herrera, philosophe, professeur à l’Université du Chili.

104.  Eleonora Reyes, historienne, professeure à l’Université du Chili.

105.  Jorge Weil, économiste, professeure à l’Université du Los Lagos, Osorno.

106.  Aldo González Becerra, biologiste, professeure à l’Université Autonome de Madrid et chercheur au Haut Conseil de Recherches Scientifiques (CSIC), Espagne.

107.  Luis Mundaca, dirigeant syndical de la Fédération des syndicats de Heineken – CCU Chili, secrétaire général du Centre des Parents et Gardiens du Lycée professionnel (GELA), Santiago

108.  Rodrigo Roco, ancien Président de la Fédération étudiante de l’Université du Chili (FECH).

109.  Virginia Vidal, auteur.

English Version

The undersigned Chilean academics and student leaders denounce before the national and international public opinion the persecution of the Quebec student movement in Canada, as expressed in Bill 78, enacted on Saturday May 19 by the Provincial Government of Premier Jean Charest.

Bill 78, the “truncheon law”, is the most severe piece of legislation since the War Measures Act was used during the October Crisis in 1970, and has been denounced by the President of the Quebec Bar Association, Amnesty International, the League for Human Rights, four major unions, and various academic bodies. The bill infringes on Quebec citizens’ freedoms by restricting fundamental aspects of their freedoms of expression, protest, and association, consecrated in the Canadian Constitution and the Quebec Charter of Human Rights and Freedoms.

This bill not only affects the students who have been on strike protesting against the tuition hike for the past 15 weeks; it also severely affects the rights of all citizens – especially professors, academics, and workers – whose rights to expression and association are also being affected. Among the measures, we denounce those that prevent the spontaneous demonstrations of any group of more than fifty people, the prohibition of protests within fifty meters of any academic institution, strengthening the power of police forces by allowing them to decide whether a protest is legal or not at any moment, or whether an individual is an instigator.

Similarly, it punishes all public expressions of support for these mobilizations. For example, no one may restrict students’ entry to schools and universities during times of conflict under penalty of heavy fines for individuals, the student associations to which they may belong, as well as for workers’ and student union leaders. These fines vary from $1,000 to $125,000.

The leaders of student associations have announced that they will file legal motions against Bill 78 for its unconstitutional nature and they have called for the solidarity of all citizens.

The people of Quebec have supported the Chilean people for many long years through their active solidarity. Today, we feel compelled to express and demonstrate our full solidarity with their student associations and leaders, unions, and citizens’ movement.

We do this not only in solidarity, but also because we understand that any attack against freedoms in any part of this globalized world, is an attack against our own freedoms. The Chilean government’s so-called “Hinzpeter law” adopts the same repressive and undemocratic measures as Bill 78.

The struggles of Quebec students, academics and workers are also our struggles.

Santiago, Chile, May 24, 2012

Signed

1.     Sergio Grez Toso, historian, faculty member of the University of Chile.

2.     María Eugenia Domínguez, journalist, faculty member of the University of Chile.

3.     Gabriel Boric, President, University of Chile Student Federation (FECH).

4.     Camila Vallejo Dowling, Vice-President, University of Chile Student Federation (FECH).

5.     Felipe Ramírez, General Secretary, University of Chile Student Federation (FECH).

6.     Andrés Fielbaum, Communications Secretary, University of Chile Student Federation (FECH).

7.     Pablo Soto Arrate, Executive Director of the Learning Centre of the University of Chile Student Federation (FECH).

8.     Rodrigo Cárdenas Cabezas, General Secretary, University of Magallanes Student Federation, Punta Arenas.

9.     Sebastián Aylwin Correa, Vice-President, Law School Student Centre, University of Chile.

10.  Francisco Figueroa, former Vice-President, University of Chile Student Federation (FECH).

11.  Loreto Fernández, former President, Faculty of Social Science Student Centre, University of Chile (2011); current Delegate for Well-being, University of Chile Student Federation (FECH).

12.  Health Students Council, University of Chile.

13.  Eloisa González Dominguez, Spokesperson, Manuel de Salas High School Student Assembly; Spokesperson, Secondary-School Students of Santiago, Coordination Assembly (ACES).

14.  Gabriel González, President, National Institute Alumni Centre (CAIN) 2012, Santiago.

15.  Álvaro Fernández, President, Vocational High School Student Government (GELA), 2011-2012, Santiago.

16.  Matías Cárdenas, former Spokesperson (2011),Vocational High School; current Executive Secretary, Vocational High School Student Government (GELA), 2011-2012, Santiago.

17.  Tamara Castro, President, Carmela Carvajal de Prat High School Student Centre, Providencia, Santiago.

18.  Diego Bautista Cubillos Polo, Executive Secretary, Barros Arana Internado Nacional Student Centre, Santiago.

19.  Jorge Silva, President, José Victorino Lastarria High School Student Centre, Providencia, Santiago.

20.  Camila Hernández, President, Tajamar High School Student Centre, Providencia, Santiago.

21.  Moisés Paredes, former Spokesperson,  Arturo Alessandri Palma High School, Providencia, Santiago; current representative of students who have been expelled and have lost their scholarship to this high school.

22.  Camila Fuentes, President, Providencia 7 High School Student Centre (CELIS) 2012, Santiago.

23.  Sebastián Vielmas, former General Secretary (2011), Catholic University of Chile Student Federation (FEUC).

24.  Pablo Oyarzún Robles, philosopher, faculty member of the University of Chile.

25.  Eduardo Flores Retamal, President, University of Chile Veterinary School Student Centre.

26.  Carlos Ruiz Encina, sociologist, faculty member of the University of Chile.

27.  José Aylwin, lawyer, faculty member of the University Austral of Chile, Valdivia.

28.  Manuel Loyola, historian, faculty member of the University of Santiago de Chile.

29.  Ariel Russel García, Advisor, University of Chile Student Federation (FECH) from the Faculty of Agricultural Sciences.

30.  Diego Corvalán, Advisor, University of Chile Student Federation (FECH); former General Secretary of the University of Chile Social Sciences Student Centre.

31.  Faride Zerán, journalist, faculty member of the University of Chile, winner of the National Award for Journalism (2007).

32.  Felipe Portales Cifuentes, sociologist, faculty member of the University of Chile.

33.  Alexis Meza Sánchez, historian, former leader of the University of Concepción Student Federation.

34.  Carlos Ossandón Buljevic, philosopher, faculty member of the University of Chile.

35.  Pedro Rosas Aravena, historian, Director of the University ARCIS School of History and Social Sciences.

36.  Jonás Chnaidemann, biologist, faculty member and university senator of the University of Chile.

37.  Marcelo Santos, social communications, educator and consultant in communications and democracy.

38.  Pierina Ferretti, sociologist, faculty member of the University of Valparaíso.

39.  Luis Casado, engineer with CESI (France), advisor of the Mining Confederation of Chile.

40.  Mario Matus González, historian, faculty member of the University of Chile.

41.  Jorge Pinto Rodríguez, historian, faculty member of the University of la Frontera, Temuco.

42.  Ignacio Díaz Concha, General Secretary, University of Chile Baccalaureate Student Centre.

43.  Víctor de la Fuente, journalist, Director of the Chilean edition of Le Monde Diplomatique.

44.  Carlos Sandoval Ambiado, historian, faculty member of the University of Los Lagos and of the University Viña del Mar.

45.  Germán F. Westphal, linguist, Chilean-Canadian citizen.

46.  Isabel Cassigoli, sociologist, faculty member of the University ARCIS.

47.  Margarita Iglesias Saldaña, historian, faculty member of the University of Chile.

48.  Ángela Vergara, historian, faculty member of California State University, Los Angeles, USA.

49.  Jorge Chuaqui K., sociologist, faculty member of the University of Valparaiso, President of the National Association of Mental Health Services Beneficiaries (ANUSSAM).

50.  Félix J. Aguirre D., sociologist and political scientist, faculty member of the University of Valparaiso.

51.  Julio Pinto Vallejos, historian, faculty member of the University of Santiago de Chile.

52.  Mauricio Barría Jara, playwright, faculty member of the University of Chile.

53.  Darcie Doll Castillo, PhD in Literature, faculty member of the University of Chile.

54.  Carlos Molina Bustos, surgeon and historian, faculty member of history in the School of Public Health in the University of Chile and the University of Viña del Mar.

55.  Francisco de Torres, General Spokesperson for the Faculty of Philosophy and Humanities Postgraduate Student Assembly at the University of Chile.

56.  Isabel Jara, historian, faculty member of the University of Chile.

57.  Pedro Bravo Elizondo, PhD in Literature, faculty member of Wichita State University, Kansas, USA.

58.  José del Pozo, historian, faculty member of the Université de Québec à Montreal, Canada.

59.  Marco Rodríguez W., sociologist, faculty member of the University of Valparaiso.

60.  Igor Goicovic Donoso, historian, faculty member of the University of Santiago de Chile.

61.  Gabriel Muñoz, Coordinator, History Students Assembly of the University of Chile.

62.  Bárbara Brito, Advisor, University of Chile Student Federation (FECH), Faculty of Philosophy and Humanities.

63.  Benjamín Infante, Advisor, University of Chile Student Federation (FECH), Faculty of Philosophy and Humanities.

64.  Manuel Jesús Hidalgo Valdivia, economist.

65.  Juan Carlos Gómez Leyton, political scientist, faculty member of the University ARCIS.

66.  Iván Ljubetic Vargas, historian, former faculty member of the University of Chile campus in Temuco.

67.  Rodrigo Contreras Molina, anthropologist, faculty member of the University of la Frontera, Temuco.

68.  Marcelo Garrido Pereira, geographer, Head of the Geography Department at the University Academy of Christian Humanism.

69.  Javier Sandoval Ojeda, former President of the University of Concepción Student Federation, (1996-1997).

70.  Mario Valdés Vera, historian, faculty member of the University of Concepción.

71.  Pablo Aravena Núñez, faculty member of the University of Valparaiso.

72.  César Cerda Albarracín, historian, faculty member of the Metropolitan Technological University.

73.  Paz López, Academic Coordinator, Masters in Cultural Studies, University ARCIS.

74.  María Soledad Jiménez, historian, faculty member of the University Academy of Christian Humanism.

75.  Mario Garcés Durán, historian, faculty member of the University of Santiago de Chile, Director of ECO Communications.

76.  Rodrigo Zúñiga Contreras, philosopher, faculty member of the University of Chile.

77.  Sergio Rojas Contreras, philosopher, faculty member of the University of Chile.

78.  Carmen Gloria Bravo Quezada, historian, faculty member of the University of Santiago de Chile.

79.  Miguel Valderrama, historian, faculty member of the University ARCIS.

80.  Kevin Villegas, sociologist, faculty member of the University Pedro de Valdivia campus in Chillán.

81.  Alonso Serradell Díaz, Master in Citizenship and Human Rights: Ethics and Policy, University of Barcelona.

82.  Catherine Valenzuela Marchant, profesor, doctoral student in History at the University of Chile.

83.  Viviana Bravo Vargas, historian, doctoral student in Latin American Studies at the National Autonomous University of Mexico (UNAM).

84.  Enrique Fernández Darraz, sociologist and historian.

85.  Florencia Velasco, BA in Literature and masters student in Literature at the University of Chile,  Universidad de Chile, editor of Lom Editions.

86.  Blaise Pantel, faculty member in the Department of Sociology and Political Science, Catholic University of Temuco.

87.  Sebastián Ríos Labbé, lawyer, faculty member of the University of Chile.

88.  Oscar Zapata Cabello, student delegate for the School of Chemistry, Faculty of Sciences at the University of Chile.

89.  Evelin Ledesma Cruz, volunteer and activist with the Committee on Human Rights in Latin America (CDHAL), Montreal, Quebec, Canada.

90.  Laureano Checa, faculty member of the Communication and Image Institute (ICEI) of the University of Chile.

91.  Lorena Antezana Barrios, faculty member of the Communication and Image Institute (ICEI) of the University of Chile.

92.  Milton Godoy Orellana, historian, faculty member of the University Academy of Christian Humanism.

93.  José Miguel Labrín, faculty member of the Communication and Image Institute (ICEI) of the University of Chile.

94.  Ximena Poo Figueroa, faculty member of the Communication and Image Institute (ICEI) of the University of Chile.

95.  José Alberto de la Fuente, PhD in Literature, faculty member of the Cardinal Raúl Silva Henríquez Catholic University.

96.  Jorge Gonzalorena Döll, sociologist, faculty member of the University of Valparaíso.

97.  Sandra Oyarzo Torres, matron, faculty member of the University of Chile.

98.  Luis Castro, historian, faculty member of the University of Valparaíso.

99.  Patricio Troncoso Ovando, production engineer, former President of the Federico Santa María Technical University Student Federation (FEUTFSM) at the Talcahuano campus (2001-2003).

100.        Gonzalo Ojeda Urzúa, sociologist, faculty member of the University of Valparaíso.

101.        Valentina Saavedra, former President of the Architecture Students’ Centre, current Advisor for the University of Chile Student Federation (FECH) Faculty of Architecture and Urbanism.

102.        Cristián Pozo, sociologist.

103.        Francisco Herrera, philosopher, faculty member of the University of Chile.

104.        Eleonora Reyes, historian, faculty member of the University of Chile.

105.        Jorge Weil, economist, faculty member of the University of Los Lagos, Osorno.

106.        Aldo González Becerra, biologist, faculty member of the Autonomous University of Madrid, researcher with the Superior Council for Scientific Research (CSIC), Spain.

107.        Luis Mundaca, union leader of the Heineken Union Federation – CCU Chile, General Secretary of the Vocational High School Parents and Guardians Centre, Santiago.

108.        Rodrigo Roco, former President of the University of Chile Student Federation (FECH), (1997).

109.        Virginia Vidal, author.

Spanish Version

Los abajo firmantes, académicos y dirigentes estudiantiles chilenos, denunciamos a la opinión pública nacional e internacional la persecución contra el movimiento estudiantil del Quebec, Canadá, expresada en la Ley 78, promulgada el jueves 19 de mayo por el gobierno del Primer Ministro Jean Charest.

La ley 78, llamada “Ley matraca”, es la más dura desde la Ley de Medidas de Guerra en Octubre de 1970 y ha sido denunciada por el mismísimo Presidente de la Orden de Abogados de esa provincia, así como por Amnistía International, la Liga de Derechos Humanos, las cuatro principales centrales sindicales y diferentes cuerpos académicos. Ella coarta las libertades fundamentales de los ciudadanos del Quebec, restringe en sus aspectos fundamentales la libertad de expresión, la libertad de manifestar y la libertad de asociación consagradas por la Constitución y por la Carta de Derechos del Quebec.

Esta Ley afecta no sólo a los estudiantes en huelga desde hace quince semanas contra el alza de aranceles, sino también al conjunto de la ciudadanía, particularmente profesores, académicos y trabajadores cuyo derechos de expresión y de asociación están siendo afectados. Dentro de estas medidas denunciamos aquellas que impiden las manifestaciones espontáneas de todo grupo de más de cincuenta personas; la prohibición de manifestar a menos de cincuenta metros de  los establecimientos escolares; el  reforzamiento del poder de las fuerzas policiales al permitirles decidir si una  manifestación es legal o ilegal en cualquier momento, o si alguien es instigador.

Del mismo modo, se castiga toda expresión pública de apoyo a las movilizaciones.  Ahora, por ejemplo, nadie en Quebec puede durante un conflicto impedir la entrada de  los estudiantes a colegios y universidades, so pena de multas individuales y a la asociación estudiantil a la que pertenezcan, o a los líderes sindicales y estudiantiles. Estas multas varían de mil a 125 mil dólares.

Las directivas estudiantiles han anunciado que apelaran jurídicamente de esta ley por su inconstitucionalidad y han demandado la solidaridad de toda la ciudadanía.

El pueblo quebequense ha acompañado al pueblo chileno durante largos años con su solidaridad activa, es por ello que hoy nos sentimos convocados a expresar y demostrar nuestra más amplia solidaridad con sus organizaciones estudiantiles y sus dirigentes, con sus centrales sindicales y con todo su movimiento ciudadano.

Lo hacemos por solidaridad, pero también porque entendemos que cualquier ataque en contra de las libertades en cualquier lugar del mundo globalizado, es una ataque contra nuestras libertades. La llamada “ley Hinzpeter” impulsada por el gobierno chileno se inscribe en la misma perspectiva represiva y antidemocrática.

La lucha de los estudiantes, académicos y trabajadores quebequenses es también nuestra lucha.

Santiago de Chile, 24 de mayo de 2012.

Primeros firmantes:

Sergio Grez Toso, historiador, académico de la Universidad de Chile.

María Eugenia Domínguez, periodista, académica de la Universidad de Chile.

Gabriel Boric, Presidente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Camila Vallejo Dowling, Vice-Presidenta de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Felipe Ramírez, Secretario General de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Andrés Fielbaum, Secretario de Comunicaciones de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Pablo Soto Arrate, Director Ejecutivo del Centro de Estudios de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Rodrigo Cárdenas Cabezas, Secretario General de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Magallanes, Punta Arenas.

Sebastián Aylwin Correa, Vicepresidente del Centro de Estudiantes de la Escuela de Derecho de la Universidad de Chile.

Francisco Figueroa, ex Vicepresidente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH), 2011.

Loreto Fernández, ex Presidenta del Centro de Estudiantes de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Chile (2011) y actual delegada de Bienestar de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH).

Consejo de Estudiantes de la Salud de la Universidad de Chile.

Eloísa González Domínguez, Vocera de la Asamblea de Estudiantes de Liceo Manuel de Salas, Vocera de la Asamblea Coordinadora de Estudiantes Secundarios de Santiago (ACES).

Gabriel González, Presidente del Centro de Alumnos del Instituto Nacional (CAIN) 2012, Santiago.

Álvaro Fernández, Presidente del Gobierno Estudiantil del Liceo de Aplicación (GELA) 2011-2012, Santiago.

Matías Cárdenas, ex-vocero 2011 del Liceo de Aplicación, actual Secretario Ejecutivo del Gobierno Estudiantil del Liceo de Aplicación (GELA) 2011-2012, Santiago.

Tamara Castro, Presidenta del Centro de Estudiantes del Liceo Carmela Carvajal de Prat, Providencia, Santiago.

Diego Bautista Cubillos Polo, Secretario Ejecutivo del Centro de Alumnos Internado Nacional Barros Arana, Santiago.

Jorge Silva, Presidente Centro de Alumnos del Liceo José Victorino Lastarria, Providencia, Santiago.

Camila Hernández, Presidenta del Centro de Estudiantes Liceo Tajamar 2012, Providencia, Santiago.

Moisés Paredes, ex vocero del Liceo Arturo Alessandri Palma, Providencia, Santiago,actual representante de los alumnos expulsados y sin matrícula de ese colegio.

Camila Fuentes, Presidenta del Centro de Alumnas del Liceo 7 de Providencia (CELIS), 2012, Santiago.

Sebastián Vielmas, ex Secretario General (2011) de la Federación de Estudiantes de la Universidad Católica de Chile (FEUC).

Pablo Oyarzún Robles, filósofo, académico de la Universidad de Chile.

Eduardo Flores Retamal, Presidente del Centro de Estudiantes de Medicina Veterinaria de la Universidad de Chile.

Carlos Ruiz Encina, sociólogo, académico de la Universidad de Chile.

José Aylwin, abogado, académico de la Universidad Austral de Chile, Valdivia.

Manuel Loyola, historiador, académico de la Universidad de Santiago de Chile.

Ariel Russel García, consejero de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH) de la Facultad de Ciencias Agronómicas.

Diego Corvalán, Consejero de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH) y ex Secretario General del Centro de Estudiantes de Ciencias Sociales de la Universidad de Chile.

Faride Zerán, periodista, académica de la Universidad de Chile, Premio Nacional dePeriodismo.

Felipe Portales Cifuentes, sociólogo, académico de la Universidad de Chile.

Alexis Meza Sánchez, historiador, ex dirigente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Concepción.

Carlos Ossandón Buljevic, filósofo, académico de la Universidad de Chile.

Pedro Rosas Aravena, historiador, Director de la Escuela de Historia y Ciencias Sociales de la Universidad ARCIS.

Jonás Chnaidemann, biólogo, académico de la Universidad de Chile y senador universitario de la misma casa de estudios.

Marcelo Santos, comunicador social, educador y consultor en comunicación y democracia.

Pierina Ferretti, socióloga, académica de la Universidad de Valparaíso.

Luis Casado, ingeniero del CESI, Francia, asesor de la Confederación Minera de Chile.

Mario Matus González, historiador, académico de la Universidad de Chile.

Jorge Pinto Rodríguez, historiador, académico de la Universidad de la Frontera, Temuco.

Ignacio Díaz Concha, Secretario General del Centro de Estudiantes de Bachillerato de la

Universidad de Chile.

Víctor de la Fuente, periodista, Director de la edición chilena de Le MondeDiplomatique.

Carlos Sandoval Ambiado, historiador, académico de la Universidad de Los Lagos y de la Universidad Viña del Mar.

Germán F. Westphal, lingüista, ciudadano chileno canadiense.

Isabel Cassigoli, socióloga, académica de la Universidad ARCIS.

Margarita Iglesias Saldaña, historiadora, académica de la Universidad de Chile.

Ángela Vergara, historiadora, académica de California State University, Los Ángeles, Estados Unidos.

Jorge Chuaqui K., sociólogo, académico de la Universidad de Valparaíso, Presidente de la Agrupación Nacional de Usuarios de Servicios de Salud Mental (ANUSSAM).

Félix J. Aguirre D., sociólogo y cientista político, académico de la Universidad de Valparaíso.

Julio Pinto Vallejos, historiador, académico de la Universidad de Santiago de Chile.

Mauricio Barría Jara, dramaturgo, académico de la Universidad de Chile.

Darcie Doll Castillo, Dra. en Literatura, académica de la Universidad de Chile.

Carlos Molina Bustos, médico-cirujano e historiador, académico de Historia de la Escuela de Salud Pública de la Universidad de Chile y de la Universidad Viña del Mar.

Francisco de Torres, vocero general de la Asamblea de Estudiantes de Postgrado de la Facultad de Filosofía y Humanidades de la Universidad de Chile.

Isabel Jara, historiadora, académica de la Universidad de Chile.

Pedro Bravo Elizondo, Dr. en Literatura, académico de Wichita State University, Kansas, Estados Unidos.

José del Pozo, historiador, académico de la Université de Québec à Montreal, Canadá.

Marco Rodríguez W., sociólogo, académico de la Universidad de Valparaíso.

Igor Goicovic Donoso, historiador, académico de la Universidad de Santiago de Chile.

Gabriel Muñoz,  coordinador de la Asamblea de Estudiantes de Historia de la Universidad de Chile.

Bárbara Brito, consejera de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH), Facultad de Filosofía y Humanidades.

Benjamín Infante, consejero de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH), Facultad de Filosofía y Humanidades.

Manuel Jesús Hidalgo Valdivia, economista.

Juan Carlos Gómez Leyton, cientista político, académico de la Universidad ARCIS.

Iván Ljubetic Vargas, historiador, ex académico de la Universidad de Chile sede Temuco.

Rodrigo Contreras Molina, antropólogo, académico de la Universidad de la Frontera, Temuco.

Marcelo Garrido Pereira, geógrafo, Jefe de la carrera de Geografía de la Universidad Academia de Humanismo Cristiano.

Javier Sandoval Ojeda,  ex Presidente de la Federación de Estudiante de la Universidad de Concepción, período 1996-1997.

Mario Valdés Vera, historiador, académico de la Universidad de Concepción.

Pablo Aravena Núñez, académico de la Universidad de Valparaíso.

César Cerda Albarracín, historiador, académico de la Universidad Tecnológica Metropolitana.

Paz López, Coordinadora Académica Magíster en Estudios Culturales, Universidad ARCIS.

María Soledad Jiménez, historiadora, académica Universidad Academia de Humanismo Cristiano.

Mario Garcés Durán, historiador, académico de la Universidad de Santiago de Chile, Director de ECO Comunicaciones.

Rodrigo Zúñiga Contreras, filósofo, académico de la Universidad de Chile.

Sergio Rojas Contreras, filósofo, académico de la Universidad de Chile.

Carmen Gloria Bravo Quezada, historiadora, académica de la Universidad de Santiago de Chile.

Miguel Valderrama, historiador, académico de la Universidad ARCIS.

Kevin Villegas, sociólogo, académico de la Universidad Pedro de Valdivia, sede Chillán.

Alonso Serradell Díaz, Máster en Ciudadanía y Derechos Humanos: Ética y Política, Universidad de Barcelona.

Catherine Valenzuela Marchant, profesora, estudiante de Doctorado en Historia, Universidad de Chile.

Viviana Bravo Vargas, historiadora, doctorante en Estudios Latinoamericanos en la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).

Enrique Fernández Darraz, sociólogo e historiador.

Florencia Velasco, Licenciada en Literatura y estudiante de Magíster en Literatura de la Universidad de Chile, responsable de edición editorial Lom Ediciones.

Blaise Pantel, docente del Departamento de Sociología y Ciencia Política, Universidad Católica de Temuco.

Sebastián Ríos Labbé, abogado, académico de la Universidad de Chile.

Oscar Zapata Cabello, delegado estudiantil de la Carrera de Química, Facultad de Ciencias de la Universidad de Chile.

Evelin Ledesma Cruz, voluntaria y militante del Comité pour les Droits Humains en Amérique Latine (CDHAL), Montréal, Québec, Canadá.

Laureano Checa, académico del Instituto de la Comunicación y de la Imagen (ICEI) de la Universidad de Chile.

Lorena Antezana Barrios, académico del Instituto de la Comunicación y de la Imagen (ICEI) de la Universidad de Chile.

Milton Godoy Orellana, historiador, académico de la Universidad Academia de Humanismo Cristiano.

José Miguel Labrín, académica del Instituto de la Comunicación y de la Imagen (ICEI) de la Universidad de Chile.

Ximena Poo Figueroa, académica del Instituto de la Comunicación y de la Imagen (ICEI) de la Universidad de Chile.

José Alberto de la Fuente, Dr. en Literatura, académico de la Universidad Católica

Cardenal Raúl Silva Henríquez.

Jorge Gonzalorena Döll, sociólogo, académico de la Universidad de Valparaíso.

Sandra Oyarzo Torres, matrona, académica de la Universidad de Chile.

Luis Castro, historiador, académico de la Universidad de Valparaíso.

Patricio Troncoso Ovando, ingeniero en Producción, ex presidente de la Federación de Estudiantes de la Universidad Técnica Federico Santa María (FEUTFSM) sede Talcahuano, periodo 2001 al 2003.

Gonzalo Ojeda Urzúa, sociólogo, académico de la Universidad de Valparaíso.

Valentina Saavedra, ex Presidenta del Centro de Estudiantes de Arquitectura y actual consejera de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH)  de la Facultad de Arquitectura y Urbanismo.

Cristián Pozo, sociólogo.

Francisco Herrera, filósofo, académico de la Universidad de Chile.

Eleonora Reyes, historiadora, académica de la Universidad de Chile.

Jorge Weil, economista, académico, Universidad de Los Lagos, Osorno.

Aldo González Becerra, biólogo, académico de la Universidad Autónoma de Madrid e investigador del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), España.

Luis Mundaca, dirigente sindical de la Federación de Sindicatos de Heineken – CCU Chile y Secretario General del Centro de Padres y Apoderados del Liceo de Aplicación, Santiago.

Rodrigo Roco, ex Presidente de la Federación de Estudiantes de Chile (FECH) (1997).

Virginia Vidal, escritora.

Encuentro de la comunidad UC en San Joaquín

Representantes de la Iglesia, académicos, funcionarios y estudiantes participaron de la iniciativa,  que  busca hacer un aporte al desarrollo futuro de la Universidad.
Atingentemente al debate sobre la educación que vive Chile hoy, se lanzó el libro El conflicto de las universidades: entre lo público y lo privado, que publica Ediciones Universidad Diego Portales bajo la dirección de su rector Carlos Peña y del académico de dicha casa de estudio, José Joaquín Brunner.
A través de quince artículos inéditos, el libro reúne las diversas aproximaciones disciplinarias utilizadas para abordar el tema -historia, filosofía, sociología, análisis de políticas públicas, estudios culturales, etnografía- y los diferentes aspectos de los sistemas que se analizan: institucionales, de legislación, de aseguramiento de la calidad, de producción de conocimientos, de acceso y equidad, de relaciones con el Estado, de gobierno de las instituciones y los sistemas, de comparación internacional, entre otros.
Entre los destacados investigadores nacionales e internacionales que aportan con sus reflexiones, se encuentran la profesora del Instituto de Historia Ana María Stuven con el capítulo “Estado docente y libertad de enseñanza: El conflicto por el control del espacio público chileno en el siglo XIX”  y el académico del Instituto de Sociología Pedro Morandé con “Lo público y lo privado en el sistema universitario chileno: Visión desde la cultura”.
La presentación de la publicación estuvo a cargo del rector de la Universidad de Valparaíso, Aldo Valle, del coordinador de Educación Terciaria del Banco Mundial, Yamil Salmi, y del rector Ignacio Sánchez. Este último señaló que se trata de un valioso aporte “a la actual discusión sobre educación superior, pues presenta antecedentes históricos sobre la evolución de las universidades sin tomar posturas a priori sobre lo público y lo privado, sino mostrando material acerca de su coexistencia y, en ocasiones, sobre la cooperación de instituciones de diferente origen y propiedad”.
Además, se refirió a la naturaleza de la Pontificia Universidad Católica de Chile -explicada en el libro por la profesora Stuven-,  diciendo que aunque se trate de una institución que por el hecho de no pertenecer al Estado se podría considerar privada, “a partir del consenso de que la educación es un bien público al cual todos los ciudadanos tienen el derecho a acceder, una universidad inspirada por el mensaje de la Iglesia Católica, cumple un rol público, como muchas otras que se han preparado para entregar este bien a la comunidad”.
Considerando el valor que tienen las universidades en la sociedad, el rector Sánchez destacó que “la exigencia de calidad en la educación y en la investigación es el parámetro común que debe orientar al sistema universitario, cualquiera sea la condición legal de las instituciones y la relación con sus propietarios. La discusión sobre la calidad en nuestro medio sigue siendo superficial y todavía incipiente”.
La máxima autoridad de la UC manifestó que “nuestra meta debe ser la calidad en la educación superior, calidad que signifique que los estudiantes reciban una preparación adecuada y pertinente para los desafíos que deberán enfrentar en la carrera que han elegido. Para ello es fundamental mejorar los procesos de acreditación y fiscalización de todas las instituciones educacionales”. Y para finalizar, asumió el desafío de ”dar respuesta a las demandas de la sociedad y encuadrar nuestra labor en un apego irrestricto a la ética y a las leyes vigentes. En educación superior no sacamos nada con aumentar las becas si los alumnos reciben una preparación deficiente que no responde a las necesidades del país y que no les permite desarrollarse como persona. Calidad en la educación en todos sus niveles es la demanda urgente y lo que verdaderamente hará de Chile un país con igualdad de oportunidades”.
Convocados por la Feuc, cerca de 400 personas entre representantes de la Iglesia, académicos, alumnos y funcionarios  se reunieron este 9 y 10 septiembre a dialogar respecto del estado actual y futuro de la UC. De acuerdo a lo expresado por sus organizadores, el objetivo fue buscar alternativas de solución  a los desafíos de la institución y hacer  aportes al plan de desarrollo de la Rectoría. “En el encuentro del 2009 se sugirió la creación de la oficina de sustentabilidad por grupos verdes. Hoy queremos seguir en ese camino que nos incluye a todos”, señala  Sebastián Vielmas, secretario general de  Feuc.El rector  Ignacio Sánchez  participó en el encuentro y señaló que es importante hacer “un levantamiento de posibilidades de crecimiento y de cómo podemos ir mejorando en la UC”.  En su ponencia, la autoridad invitó a la comunidad  a conocer el plan de desarrollo institucional y su cuenta del 1° de julio pasado, disponibles en la web UC. Además, hizo un análisis de  los desafíos que tendrá  que enfrentar como rector y detalló  los temas  en los que  se ha avanzado en el último año y medio, desde que  fue propuesto para la rectoría por un Comité de Búsqueda integrado por académicos.

El rector Sánchez destacó entre los principales desafíos de este informe: primero,  la construcción de una verdadera comunidad UC al interior de esta  casa de estudios, “con autoridades de las Dirección Superior y de las Facultades que estén más cercanas”. Luego se refirió a la importancia de potenciar el College  para su mayor desarrollo y consolidación. Un tercer punto fue la formalización de una Vicerrectoría de Investigación , y un cuarto, la incorporación de un socio mayoritario a Canal 13. Aquí explicó que “en los últimos 10 años, el canal presentaba problemas por temas editoriales y aspectos financieros”. “Bajamos nuestra presencia, pero también los riesgos, y al año de esta operación podemos decir que en lo editorial se está construyendo un proyecto adecuado y de calidad y en lo financiero hay una mejoría clara que le da estabilidad al proyecto y a sus trabajadores”,  expresó.

Al terminar  su presentación, el rector  agregó que hay un ordenamiento en las empresas UC para que se encaucen  hacia el emprendimiento, el desarrollo de la investigación, la educación y las comunicaciones.  En relación a la reforma en Educación Superior, señaló “que la calidad debe estar  centrada en el ser humano, que puede elegir qué tipo de educación quiere”, enfatizó, para luego responder las preguntas de los asistentes.

Por su parte, el consejero superior de la Feuc, Carlos Figueroa,  calificó como muy enriquecedora la experiencia del encuentro, por los distintos aportes que hicieron los grupos de trabajo en temas tan diversos como Inclusión y diversidad, vocación pública de la UC, sustentabilidad, proyecto educativo, nuevos desafíos, etc. “Seguiremos adelante con proyectos de esta naturaleza, que refuerzan el sentido de comunidad y que proponen desde los alumnos, profesores y funcionarios nuevas alternativas de desarrollo para la UC”, enfatizó Figueroa.  Las conclusiones del encuentro de dos días, se están reuniendo en un documento que será entregado al Consejo Superior y a la comunidad en noviembre.

Artículo publicado originalmente en el sitio web de la UC el 13 de septiembre de 2011 : https://rectoria.uc.cl/es/actividades-y-eventos/262-encuentro-de-la-comunidad-uc-en-san-joaquin-

No Chile, a educação depende de quanto você pode pagar

Enquanto há escolas privadas de altíssima qualidade, o sistema de subsídio do governo – que já dura décadas – tem falhas graves e que precisam ser revistas

Após a ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990), o governo da coalizão socialista Concertación propôs à população chilena um acordo tácito: vocês aceitam o modelo educacional em curso e postergam suas demandas, e nós garantimos, por meio do ensino, que seus filhos tenham uma vida melhor. Os chilenos concordaram, o que colaborou para que a porcentagem de estudantes que chegam à universidade alcançasse um dos níveis mais altos do mundo – saltando de míseros 4% ou 5% para os atuais 40%. Um quadro inegavelmente melhor, já que os pais de pelo menos 70% desses jovens não têm ensino superior completo. “Em compensação, eles precisaram pagar muito para ver seus filhos estudarem. Sua dívida com o estado é muito cara”, salienta o professor Joaquín Fermandois, do departamento de História da Universidade Católica do Chile. Sim, o crescimento significativo desse índice, apontado pelo Programa de Avaliação Internacional do Estudante (Pisa, na sigla em inglês), promovido pela OECD, não foi de graça. Para vê-los graduados, os responsáveis por esses alunos obedeceram passivamente às condições de crédito que estavam por trás da proposta feita pelo governo. E, até agora, não tiveram uma recompensa concreta.

Entenda o caso

  1. • Em maio, estudantes chilenos tomaram as ruas do país para protestar contra a má qualidade do ensino – e as manifestações seguem ocorrendo quase que diariamente.
  2. • Entre as reivindicações, das quais recebem apoio da maioria da população, exigem principalmente educação gratuita.
  3. • Em resposta, o presidente, Sebastián Piñera, lançou um plano de reforma para o setor, que amplia bolsas de estudos e créditos a taxas baixas a alunos pobres, mas a proposta não foi bem recebida.
  4. • No dia 26 de agosto, os confrontos entre polícia e manifestantes causaram a primeira morte: um adolescente de 16 anos, que foi baleado durante a greve geral (quando centrais sindicais se uniram aos jovens).

Leia mais no Tema ‘Protestos no Chile’

As manifestações que vimos nas últimas semanas – e que se acalmaram nos últimos dias, devendo continuar assim até o diálogo com o presidente Sebastian Piñera no sábado – nada mais são do que resultado daquele modelo educacional imposto pela ditadura de Pinochet, mantido pelo regime socialista por mais de 20 anos e, agora, prolongado também pelo atual governo. Esse sistema segue a linha ultraliberal implementada na economia nos anos 1980 sob a tutela do americano Milton Friedman, fundador da Escola de Chicago. Com ele, o ensino se transformou em mais um produto de mercado da livre concorrência – o que pode dar certo em grandes economias, mas tende a ser frustrante em países em desenvolvimento, como o Chile. À época, a importância da educação foi exaltada para convencer a população a desembolsar altas quantias em dinheiro. O governo defendia que os benefícios compensariam o alto custo e que reformas profundas e mudanças estruturais deveriam ser deixadas de lado. Afinal, a educação era prioridade, diziam.

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Então, as escolas do país foram separadas em três grupos: as públicas, que foram municipalizadas; as privadas subsidiadas, cujos alunos recebiam “abonos” do governo; e as totalmente particulares, pagas com dinheiro da família. Essa divisão levou o Chile a dois cenários de educação totalmente paradoxos: de um lado, há escolas exemplares e reconhecidas internacionalmente – as particulares -, e de outro, instituições de péssima qualidade – as públicas e as subsidiadas. “O ensino público é completamente segmentado de acordo com a classe social”, enfatiza Sebastian Vielmas, secretário-geral da Federação dos Estudantes da Universidade Católica (Feuc), que participa do movimento estudantil. E se a educação no país, ainda de acordo com o Pisa, é a menos pior da América Latina (com exceção do México), isso ocorre muito mais por demérito das nações em comparação – como o Brasil, por exemplo – do que por mérito do próprio Chile, apesar das faculdades com qualidade elevada melhorarem o índice das ruins.

Frustrações – Para os brasileiros, a situação do ensino chileno não é novidade. Aqui e lá o que se vê é a repetição do quadro de desigualdade presente em todo o continente, onde a renda familiar é o que determina a qualidade de ensino que crianças e jovens irão receber. Por isso, os alunos de escolas privadas alcançam resultados invejáveis, enquanto seus colegas das escolas municipais não atingem os níveis mínimos de aprendizado. O professor Joaquín Fermandois ressalva, porém, que as questões relacionadas à municipalidade e à má qualidade dos professores do sistema público também são semelhantes em países da Europa, como França e Alemanha. “A educação massiva tem problemas que são similares em toda parte do mundo. O que torna o modelo chileno mais grave é mesmo sistema de ‘abonos’”, destaca.

Uma pesquisa do Pisa feita com alunos chilenos da 5ª série do ensino fundamental comprova que os que estudam em escolas particulares – e, portanto, pertencem a famílias mais ricas – têm um desempenho 35% melhor do que os mais pobres, do mesmo ano, que estudam em instituições públicas. Isso acontece porque os “abonos” dados pelo estado às escolas públicas são de apenas 100 dólares (cerca de 160 reais) por mês, o que representa apenas um décimo das taxas cobradas pelas escolas privadas. O presidente Sebastian Piñera chegou a apresentar em dezembro de 2010 uma proposta de reforma educacional que previa aumentar esses valores, mas ainda não foi tomado nenhum passo prático nessa direção.

Para Fernandois, a solução passa longe da utópica gratuidade total da educação exigida pelos manifestantes. Ele defende que o sistema continue misto, com financiamento público e privado, mas com algumas transformações que possibilitem amenizar essas disparidades. “Uma possibilidade é dar àqueles que não têm meios a possibilidade de pagarem suas dívidas com prestações sociais. Outra, é fazer um intercâmbio de professores, para que os melhores passem alguns anos em escolas públicas”, sugere. Propostas existem, mas é preciso real vontade de mudar uma realidade que se arrasta há decadas e leva com ela o bem-estar da população – que é obrigada a escolher, muitas vezes, entre seu sustento e sua educação.

 

Artigo original na Revista Veja publicado em 2 de setembro 2011: https://veja.abril.com.br/mundo/no-chile-a-educacao-depende-de-quanto-voce-pode-pagar/

4.000 personas al frente de La Moneda en manifestación en contra de HidroAysén

Ecosistemas. 26.04.11.

Santiago. 26 de abril de 2011. En el ambiente se respira una participación importante de la gente para la actividad nacional en rechazo al destructivo proyecto HidroAysén. En Santiago el camino para convocar a la ciudadanía había sido arduo: reuniones con escolares, universitarios y profesionales; la ciudadanía informada por medio de afiches callejeros, asambleas universitarias, prensa y por supuesto, la vital multiplicación del encuentro a través de las redes sociales asociadas a la campaña Patagonia Sin Represas.

Todo lo anterior dio su fruto y cual producción: ¡4000 personas a cien metros de La Moneda! principalmente jóvenes que entregaron un claro mensaje al Presidente Piñera: Chile no quiere, Chile no necesita, Chile repudia a HidroAysén. Los gritos de: ¡Piñera entiende, la Patagonia no se vende!, grafican la mayoritaria voluntad ciudadana de rechazo a las represas en la región de Aysén, refrendado con la última encuesta Ipsos, que entregó un 61, 1% a esta posición.

Pero no fue fácil llevar a cabo la jornada de movilización en Santiago. Primeramente el lugar original de la protesta debió ser la Plaza de la Constitución, sin embargo, las autoridades no lo autorizaron, debido a que en ese punto se desarrollaba una exposición de Carabineros. Así es, una muestra policial, con helicóptero institucional incluido. A última hora y tras largas e inútiles negociaciones con la Intendencia, los organizadores debieron conformarse con la Plaza Argentina, (bandejón central de la Alameda con Teatinos) ya que el espacio habitual de encuentro ciudadano ambiental capitalino, la Plaza de la Cultura, ex llama de la libertad, curiosamente estaba ocupada por dos carpas para una actividad que se efectuaría al otro día…

No obstante aquello, el boca a boca y el denodado trabajo de varios voluntarios de Ecosistemas ayudó a “acarrear” a la gente que llegó a la Plaza de la Constitución, para ser conducida al lugar destinado por las autoridades. El monumento a San Martín fue testigo de la congregación de cerca de 4.000 almas que con alegría, fuerza y mucha, mucha energía hicieron suyo el llamado de distintas organizaciones de la Campaña Patagonia Sin Represas para demostrar el clamor de la gente en vísperas de la aprobación o un nuevo plazo del ya largo proceso de tramitación ambiental del proyecto HidroAysén.

En el acto fluyeron los cánticos a favor de una Patagonia Sin Represas, en medio de la actuación del cantautor nacional Alonso Nuñez y las vocerías de Bernardo Zentelli (CODEFF); Sebastián Vielmas, Secretario General de la FEUC; el Obispo de Aysén, Monseñor Luis Infanti de la Mora; Andres Gilmore, vocero de Costa Carrera y finalmente Patricio Rodrigo, el Secretario Ejecutivo del Consejo de Defensa de la Patagonia. Entre arengas, discursos y cantos, más la actuación de la bulliciosa banda de músicos y danzantes de la Sambaigo, el público se impacientaba porque abarrotado el lugar de la concentración, pedían a gritos llegar a la Plaza de la Cultura, para poder cerrar el acto mirando a La Moneda de fondo y gritar con más fuerza al ejecutivo.

Tras infructuosas negociaciones de los organizadores con Carabineros e inflexibles funcionarios de la Intendencia, la gente hizo caso omiso a la prohibición de marchar y desafiando las vallas papales dispuestas para la ocasión por la fuerza policial, se dirigió en masa hasta la anhelada Plaza de la Cultura, para en ese lugar desplegarse con mayor amplitud y libertad. Cerca de las 20:00 cerró el acto el Secretario del Consejo de Defensa de la Patagonia, quien hizo entrega en el Palacio de la Moneda de una carta al presidente Piñera. (ver carta)

Hubo algunos detenidos que querían llegar sí o sí hasta La Moneda. Lamentable que la mayoría de los medios titularan esta tremenda manifestación solamente con ese enfoque y no el tema de fondo, es decir la participación ciudadana y el rechazo a un disparatado proyecto hidroeléctrico en el país. Y peor aún que hablen de solamente 500 personas cuando los propios Carabineros cifraron en 3.500 los asistentes.

Quedan dos cosas para el futuro: la ciudadanía atenta a salir a las calles el mismo día si es que se aprueba HidroAysén y urgentemente una visita al oculista a los periodistas que estuvieron cubriendo la actividad.

Juan Pablo Witto G.

Comunicaciones
Ecosistemas

 

Artículo original publicado el 26 de abril de 2011 en Ecosistemas (no disponible). Copa disponible en: https://laotravoz.wordpress.com/2011/04/28/

La lista Nueva Acción Universitaria gana la FEUC por tercer año consecutivo

Junto con el nuevo presidente Giorgio Jackson, en el cargo de Consejero Superior también se impuso el representante de la NAU, Carlos Figueroa, con el 51,9 por ciento de los votos.

Encabezada por el estudiante de Ingeniería Civil Giorgio Jackson, la lista de centro izquierda Nueva Acción Universitaria (NAU) se impuso al gremialismo, representado por la lista 1A, en las elecciones de la Federación de Estudiantes de la Universidad Católica (FEUC). De los casi 11 mil alumnos que participaron en la segunda vuelta, de un universo de 19 mil estudiantes, el 51,69 por ciento de ellos se inclinó por la directiva que pertenece al movimiento que lidera la federación desde hace tres años.

El representante de la NAU, el estudiante de último año de Filosofía Carlos Figueroa, también se impuso en segunda vuelta en la elección del cargo de Consejero Superior con el 51,9 por ciento de los votos. Es lar primera vez en 14 años que el representante de los alumnos en el Consejo Superior de la universidad no proviene del gremialismo.

El nuevo presidente de la FEUC para el período 2011 señaló que una de sus principales tareas será democratizar los procesos internos en la universidad, incorporando a la toma de decisiones la voz de los distintos actores: estudiantes, profesores y trabajadores. Además planteó la necesidad de lograr en el tema del acceso a la universidad una mayor concordancia con la doctrina social de la Iglesia. “Hoy día la universidad está muy elitizada. Hemos tratado desde hace dos años de poner en primer plano los temas de acceso a la universidad y poder hacer de la UC una casa con los brazos abiertos, que acoja a los distintos grupos y no sólo a los altos estratos socioeconómicos”, dijo.

Respecto al rector Ignacio Sánchez, Jackson dijo que ha dado señales positivas de cambio en la universidad y que esperan lograr muchos avances trabajando en conjunto con las máximas autoridades de la UC. Destacó en este sentido la señal que significó abrir el proceso del plan de desarrollo para acoger muchos de lo puntos planteados por los estudiantes, como fue el tema de la sustentabilidad.

Por su parte, el nuevo consejero superior Carlos Figueroa destacó que uno de sus principales proyectos es reforzar la investigación en Ciencias Sociales y Humanidades en el nivel estudiantil y en el ámbito universitario. Además señaló que otra de sus preocupaciones prioritarias será defender a los estudiantes no sólo cuando entran en causal de eliminación, sino que también en las dificultades que se topan en el día a día. Mencionó en este sentido los derechos de propiedad intelectual sobre el trabajo que los alumnos realizan en la universidad.

El presidente saliente de la FEUC, Joaquín Walker, señaló que la votación que obtuvo la lista de su movimiento era un respaldo a su gestión y a la anterior. “Es un movimiento político nuevo que tiene tres años de vida y tiene tres años de federación y eso nos alegra muchísimo porque hemos innovado en la UC y hemos defendido temas que no existían. Hemos sido los que con más fuerza hemos planteado el avanzar hacia una universidad más equitativa, buscando medidas de acceso diferenciado y de beneficios socioeconómicos para estudiantes talentosos de los quintiles más bajos”, afirmó.

La nueva directiva de la FEUC que asumirá sus funciones el 29 de noviembre próximo está integrada por Camila Carvallo, de Psicología, 1ª vicepresidenta; Pedro Glatz, de Derecho e Historia, 2º vicepresidente; Sebastián Vielmas, Historia, secretario general; Fernando Reyes, de Medicina, 1er secretario ejecutivo; y Aintzane Lorca, de Ingeniería Comercial, 2ª secretaria ejecutiva.

 

Artículo publicado originalmente el 10 de noviembre de 2010 en el sitio web de la UC: https://www.uc.cl/la-universidad/noticias/1939-la-lista-nueva-accion-universitaria-gana-la-feuc-por-tercer-ano-consecutivo

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